quarta-feira, 17 de setembro de 2008

Piquete Farroupilha



Eu estava uma vez com um grupo de numa formatura na PUCRS em Porto Alegre. Neste grupo havia um casal onde ele era do interior de São Paulo e ela de Curitiba. Quando a pessoa que conduzia a solenidade solicitou que todos se levantassem para a execução do hino rio-grandense, este casal de amigos não entendeu mais nada, principalmente quando começou a tocar o hino e quase a totalidade do público presente começou a cantar junto.

"Mas não basta pra ser livre,
Ser forte, aguerrido e bravo,
Povo que não tem virtude
Acaba por ser escravo"


Ele se virou pra ela e comentou:

- Legal....deve ter um hino do estado de São Paulo.

- É... do Paraná eu sei que tem...mas não lembro de ter escutado – Respondeu ela admirada.

Decidimos aproveitar o embalo da semana farroupilha e comemorar também este evento que atualmente não possui mais a conotação política que foi a Guerra dos Farrapos no século 19, mas sim um evento cultural, que segundo a célebre frase da Harley-Davidson, “Não adianta eu tentar te explicar, você não vai entender.”

O Marcelo descolou um espaço num piquete do Acampamento farroupilha de Porto Alegre e fizemos um churrasco básico na noite de terça. Não deu pra ir de moto, mas marcamos nossa presença.



Todos os anos Desde 1987, na semana do dia 20 de setembro, acontece em Porto Alegre o Acampamento Farroupilha. A prefeitura disponibilza uma área com estrutura para que empresas, CTGs e outras entidades, possam construir seus piquetes - Instalações rústicas onde é possível, assar um churrasco, realizar mostras de música, danças e tudo mais relacionado à cultura gaúcha.

A foto abaixo dá uma idéia do tamanho do acampamento. Observem que nesta foto já está presente a fumaça de churrasco que toma conta de todo o ambiente do parque.



No parque há restaurantes, feiras, bares, e o mais interessante um açougue, sim, é possível chegar lá de mãos vazias, conseguir uma churrasqueira, lenha, comprar a carne e fazer um típico churrasco gaúcho.



Caso não queira assar o seu churrasco, basta ir a um dos restaurantes e escolher qual costela vai querer comer.



Para quem é de fora do estado e está passando por Porto Alegre, recomendo visitar o acampamento num dia de semana à noite pois não em tanta gente circulando.

Quem se interessar em saber um pouco mais da história dos Farrapos segue um link bem explicativo: http://www.pampasonline.com.br/tradicao/tradicao_revolucaofarroupilha.htm

sábado, 13 de setembro de 2008

Super banda num super sábado

Tem coisas que não adiante muito a gente programar. O que era para ser uma banda até Cidreira pela RS-040 e voltar pela RS-030, acabou virando 470km entre Osório, Rota do Sol e Gramado até voltar a Porto Alegre.


Exibir mapa ampliado

Eram 10:30 da manhã estávamos no Laçador e decidimos fazer uma volta pela Rota do Sol até Nova Petrópolis, pois o Gustavo ia ficar por lá. Olhando para o relógio, pensei comigo mesmo: "Vamos voltar à noite", ainda mais que iriíamos pela RS-040 até Capivari. Pra mim não era problema, mas como haviam alguns camaradas um pouco "preocupados" em chegar em casa até às 18:00, teríamos que sair logo pra aproveitar o tempo.

O dia estava espetacular.



Como a maioria da turma é casado ou tem filhos para dar atenção, conseguir conciliar as bandas de moto com a família é uma arte, muitas vezes similar a um jogo de estratégia, tem que juntar uma série de atividades e outros elementos bem sincronizados para conseguir ficar um um tempo fora do ar. E não tem jeito, conseguir juntar 5 pessoas como neste sábado é uma raridade.

Saímos por dentro de Porto Alegre até chegar em Viamão para pegar a RS-040, que estrada movimentada, toda hora tinha algum carro entrando na pista sem olhar para os lados e se atravessando na frente de todos, ou aqueles que ficam andando a 50km/h fazendo aquela fila enorme, só melhorou que chegamos em Capivari e pegamos a estrada que vai para Osório.

Esta estrada está muito legal, é um trecho que liga a a RS-040 na altura do posto da Polícia Rodoviária e que vai até a Estrada do Mar em Osório, passando ao lado da Lagoa dos Quadros. Visual espetacular, inclusive passando pelo meio dos "cataventos" da estação de energia eólica de Osório, a gente só tem noção do tamanho daquelas torres quando chega bem perto delas.



"Subdividido em três parques – Osório, Sangradouro e Índios – o empreendimento, que passou a operar em sua integralidade em janeiro de 2007, tem um total de 75 aerogeradores e uma potência instalada de 150 MW, capaz de produzir 425 milhões de kw/h por ano de energia - o suficiente para abastecer anualmente o consumo residencial de cerca de 650 mil pessoas em Porto Alegre." (fonte: www.osorio.rs.gov.br )

Podem chamar de bairrismo, mas tenho orgulho de andar por este parque sabendo que 63% da energia eólica produzida aqui no Brasil é daqui do RS.

Quando estávamos parados ali no parque, o Marco Antônio, veio com a idéia de ir no morro da Borússia em Osório. "Onde fica isso?" perguntei, ele apontou para as antenas de Osório. La fomos nós.

Pra mim valeu o dia ali, nem vou comentar muito as fotos dizem tudo do visual do lugar.





Além disso tem um restaurante muito legal lá em cima Tio Dodô (acho que é isso), como estava frio escolhemos um lugar do lado de um fogão a lenha, onde pudemos comer linguiça frita com queijo na panela de ferro. Um espetáculo!!




Dali, voltamos para a BR-101 e pegamos a Rota do Sol, o sol começou a baixar e veio de vez o frio, paramos para a tradicional foto no túnel e aproveitamos pra pegar um pouco do resto de sol que ainda havia.



Na parada seguinte em Tainhas, o Alexandre que fazia a primeira banda com a gente, tinha um compromisso e deixou o grupo indo direto para Porto Alegre. Ficamos do lado de uma lareira no paradouro por um tempo pra esquentar um pouco e saímos em direção a Gramado.

Para este trecho, vale um comentário, a RS-020 entre Tainhas e São Francisco de Paula está uma estrada traiçoeira, traiçoeira porque está aparentemente boa, mas quando menos se espera aparecem umas crateras no meio do asfalto, estávamos atrás de um caminhão, quando de repente passou um buraco do meu lado, antes de ultrapassarmos o caminhão, apareceu outro que acertou em cheio a minha moto e a do Marco. Eu achei que tinha destruído a roda da frente, mas quem se deu mal foi a moto do Marco, entortou pra valer a roda traseira. Quem andar por esta etrada tem que ter um cuidado redrobado.



Depois da parada tradicional no festival de cinema no centro de Gramado, passamos em Nova Petrópolis deixamos o Gustavo ali e nos tocamos eu, o Marco Antônio e o Marcelo para Porto Alegre. Descemos praticamente toda a serra na noite, a lua cheia completou o visual.




Às 20:15 chegamos no posto da Plínio com a Perimetral, foram 12 horas de estrada muita conversa e descontração, um sábado perfeito!

domingo, 7 de setembro de 2008

Hell Ride (2008) - Impressões

Aproveitei o sábado de chuva pra assistir um filme, Hell Ride de Larry Bishop que havia postado aqui a um tempo atrás.

Filmes com motos sempre chamam a atenção, pois parece que a gente quer comparar o que sentimos quando estamos numa moto com o que está passando no filme. Não foi o que aconteceu desta vez com Hell Ride.

Eu esperava mais, achei uma espécie de filme de terror, com muita ênfase em algumas imagens desnecessárias como gargantas cortadas, gente pegando fogo (um lixo). Aliás o filme é quase só imagem, sejam elas das bandas de moto na estrada ou das festas que rolavam, o enredo, ficou para um segundo plano.

Dennis Hopper, que andava numa moto com side-car (será que a idade pegou de vez??), era um velhinho esperto que toda hora se finjia de morto para levar alguma vantagem. Acho que eu esperava demais da atuação dele, a gente esquece que Easy Rider (1969) foi a 40 anos atrás.



Como sempre os "mocinhos" (se é que haviam) acabaram se dando bem e o filme termina de uma forma bem convencional. Numa boa, se eu fosse o Tarantino, que emprestou seu nome pra divulgar este filme, eu ficaria com vergonha.



Não recomendo, mas se você é daqueles que como eu gosta muito de filmes envolvendo motos, vá em frente. Depois me conta o que achou.

terça-feira, 2 de setembro de 2008

Seguro para motos

No ano passado voltando de Melo no Uruguay pela estada que liga Jaguarão até Pelotas, estávamos eu o Marcelo e o Douglas, quando de repente passa uma Sportster "enrolando o cabo" pela gente.

No mês passado renovei o seguro da minha moto com a piloto daquela Sportster, a Cristina.



"Cristina Moura, de Porto Alegre (RS), é um bom exemplo de Corretora de Seguros. Ela trabalha neste mercado há mais de 20 anos e há mais de 10 como Corretora, com todo o tipo de seguro, mas tem atenção especial para seguro de motos, pois é uma mulher-motociclista, um caso muito raro. Cristina atende seus clientes se deslocando pela cidade com sua Harley-Davidson Sportster. Ela possui muitos Segurados com motos dos mais variados tipos."

Nada melhor do que quem entende de motociclismo na hora de te ajudar na eventualidade de um sinistro (Deus nos guarde!!). Para quem já passou por um acidente de moto, sabe do que estou falando.

A Cris escrveu uma matéria no site sobremotos.com.br que vale conferir:

http://sobremotos.solupress.com/sobremotos/news/article.asp?articleid=1116


sábado, 30 de agosto de 2008

Defunto, Topo Gigio, e otras cositas

Manhã de sábado, muito sol, um fim-de-semana perfeito para se andar de moto. Combinamos pelo orkut.com de nos encontrarmos na Izzo (Harley) em Porto Alegre, assim filaríamos o cafégratisquejáfoipago e então decidiríamos para onde iríamos. Nos econtramos, eu o Gustavo, o Bernarndo e a Francine (sua excelentíssima) além da presença ilusre do Luis vulgo "Defunto" o qual nós não conhecíamos pessoalmente ainda.

O Luís que não e de Porto Alegre, acordou cedo no vale do Taquari e pegou a estrada pelas 7 horas da matina, faceiro da vida, quando chegou na estrada se deu por conta que a temperatura estava por 6 graus, mais um ventinho cortando, resultado: chegou encarangado em Porto Alegre.

O encontro na Izzo foi muito divertido, nenhum de nós participamos do HOG (Harley Owners Group) mas a concessionária da Harley acaba sendo um ponto de encontro clássico para quem possui HD, aliás, os caras vão ter que arrumar mais espaço, pois do jeito que estão vendendo, qualquer dia vão ter que colocar o café no canteiro central na avenida Plínio Brasil Milano. O lugar anda ultimamente tomado por motos novas que serão entregues, e muitas outras que esperam por revisão e manutenção na minúscula oficina. O jeito é deixar as motos na rua, neste sábado tinha moto na calçada, na avenida, dentro da loja, gente fazendo compras na lojinha, gente que anda namorando as Harleys. Sinal que as coisas andam bem.

E para atrolhar mais ainda, lá estavávamos nós, o Bernardo, o Gustavo o Luis e eu.



Esperamos esvaziar a loja, saiu uma turma do HOG com umas 30 e poucas motos, para o tadicinal passeio de sábado. Estávamos vendo para onde iríamos e lá veio o Bernardo de novo com a história da embreagem. Uma moto com 13.000km e já ter que trocar embreagem é um caso sério mesmo, só poderia ser com uma Harley.



Deixamos o Bernardo e a Fran na loja e saímos nós três para uma banda pela RS030 até Taquara. Eu gosto muito desta estrada, é uma estrada pequena, em muito boas condições, com muitas curvas legais pra se fazer de moto, além de um visual muito bonito, pois cruza uma área rural nos municípios de Gravataí e Taquara.

Para quem for para estas bandas fica aqui uma dica imperdível: o restaurante Topo Gigio, no km 4 de quem sai de Taquara pela RS030 em direção a São Francisco de Paula. Comida colonial, farta, um lugar daqueles que não tem cardápio, a gente senta e os caras servem de tudo, riquíssima em carboidratos e proteínas, serve um mínimo de saladas (só pra constar) chega a ser um exagero. Aipim, Macarrão feito ali mesmo, batata-frita, bife na chapa, à milanesa, carne de panela, linguiça, e o prato principal: uns bolinhos à milanesa que dizem que "até carne tem dentro deles". Lugar bom e barato.



Depois de muita conversa e do festival gastronônico saímos em direção a Novo Hamburgo, O Luís deixou o grupo em Campo Bom e viemos eu e o Gustavo de volta a Porto Alegre pela BR116.

Neste evento de sábado, surgiu a idéia de participarmos do encontro em Punta del Este no Uruguay.

O encontro vai ser no início de Dezembro, teremos um bom tempo pra se programar e juntar interessados, quem já foi disse que vale a pena.

http://www.harley-uruguay.com/

Vamos pensando neste assunto.

quarta-feira, 27 de agosto de 2008

Cidade Baixa

Em Porto Alegre há um bairro muito peculiar chamado Cidade Baixa. Sua história já desde os idos do final do século XIX retratava este lugar com algo tipo assim... sinistro.

"...principalmente o trecho entre as atuais Venâncio Aires e Rua da República, conhecido pelo nome de "Emboscadas". Consistia em um terreno baixo e acidentado (Nota minha: daí o nome Cidade Baixa), cortado por árvores e capões, que dificultavam o trânsito e facilitavam os esconderijos. O lugar abrigava tanto escravos fugidos como bandidos e caracterizava-se como "uma zona de meter medo aos mais valentes" (Porto Alegre, Crônicas da Minha Cidade. Ary V. Sanhudo. Ed Movimento).

Atualmente a bairro é tomados por bares e botecos que formam o maior complexo boêmio de Porto Alegre. Principalmente nas ruas Lima e Silva, República e João Alfredo, esta última antigamente chamda Rua da Margem pois o Rio (ou lago) Guaíba chegava até ali antes do aterramento.

Para quem não conhece Porto Alegre ir direto na Cidade Baixa pode assustar um pouco, pois o bairro ainda tem um jeito meio sombrio com suas ruas um pouco escuras e construções antigas, embora seja extremamente movimentado à noite e com lugares para todos os gostos. Para quem gosta de agito "sem frescura" é o lugar certo para se ir em qualquer dia da semana.



Curiosamente, tem sido o lugar que geralmente saímos à noite para dar aquela parada na banda semanal. Ontem mesmo, aproveitamos a noite agradável nem fria e nem quente, nos encontramos no Ossip na João Alfredo com a Repúlica e rodamos entre 6 motos por alguns bairros na cidade. Acabamos parando no Apolinário na José do Patrocínio, novamente na Cidade Baixa.

A banda de ontem contou com a participação do Bernardo e do Gustavo, que conhecíamos das comunidades Sportster e Harley-Davidson No Wannabes do orkut.com. Grande parceria. Pudemos conversar um monte sobre viagens, peças, embragem da moto do Bernardo (hehe), Izzo e muitas outras coisas. Além de uma cervejinha básica (pssssssst).

Como o velho-caduco que aqui vos escreve esqueceu de levar uma máquina fotográfica, o Bernardo acabou fotografando com o celular hi-tech dele. Era tão hi-tech que tivemos grandes dificulades em tirar as fotos de dentro dele. Logo que recebi as fotos, pude perceber uma certa timidez ou reserva do nosso amigo Gustavo, tudo bem cada um com seu jeito.



Se o tempo ajudar, sábado vamos pra estrada. Até lá!

domingo, 24 de agosto de 2008

The Doobie Brothers

Todo mundo sabe que rock'n roll tem uma ligação direta com motocicletas, talvez por representar ideias muito semelhantes como liberdade e ousadia. Algumas bandas porém tiveram alguma afinidade adicional entre rock e motos.

Pelo nome The Doobie Brothers talvez muitos não se lembrem, mas com certeza todos conhecem o clássico Listen to the music do segundo álbum da banda (Toulouse Street) em 1972 que disparou no mercado fonográfico da época.



Mas o fato é que, talvez pelo fato dos caras também serem bikers, várias das suas músicas foram inspiradas neste tema. Tais como a moderninha Dangerous ou a clássica Rockin' Down thw Highway.

Entre várias mudanças na formação a banda existe até hoje, porém mudou um pouco o som mais light. Interessante que muitos caras dos início dos anos 70 que ficaram em pé até hoje adotaram um estilo mais na boa, digamos assim, romântico. Joe Cocker que o diga.

Para que quiser conferir o álbum The Very Best of The Doobie Brothers, vai o link do deezer.com
http://www.deezer.com/#music/album/90937



Ah, antes que me perguntem, o termo doobie significa um baseado (isso mesmo!).

sábado, 23 de agosto de 2008

Um pouco de tempo bom

Tem chovido demais pelo Rio Grande, no fim de semana pasado choveu praticamente o tempo todo, ontem (sexta) abriu sol, até ficamos animados, pois faríamos a nossa banda até a Serra do Rio do Rastro. Mas observando a previsão do tempo, chove amanhã (domingo), decidimos então esperar um outro fim de semana, pra ter certeza de um tempo mais firme pra que se possa aproveitar melhor a serra, já que faremos uma banda exclusivamente para ir até lá.

Eu, confesso, fiquei um pouco frustrado, mas como também não quis arriscar, decidi que ia andar neste sábado de sol, coisa rara por aqui. Após tentar juntar uma turma para, acabamos eu e o Marcelo indo para Imbé, no litoral. Haveria um encontro por lá, e por falta de opção melhor, parecia ser interessante, ao menos para devorar um peixe na beira do mar.

Saímos ao meio-dia de POA, free-way tranquila, chegamos em Tramandaí, havia um acidente com uma moto esportiva (eu acho que o piloto se deu mal), nem ficamos ali, eu sempre que posso fujo destas aglomerações, a impressão que me dá é que quanto mais gente parada ali, maior a chance de dar outro acidente, além de atrapalhar quem está tentando resolver as coisas. Fomos direto para Imbé procurar o tal encontro.

Como Imbé não é tão grande assim, foi fácil. Logo que entrei fiquei surpreso, era um encontro pequeno e naturalmente selecionado.




Fazia tempo que eu não ia em encotro de moto, já enchi o saco de zueiras e gente desfilando, mas este de Imbé estava bem legal. Nada de zueira, estourinhos de motos pequenas, aceleraços de esportivas e não estava um atrolho de gente. Encontramos amigos que não víamos fazia tempo, conhecemos outros, até alguns que conheciam a gente do blog:

- Ahhh, você foram para o Uruguay mês passado junto com o Barea.

- Sim, legal que tu já viu o blog. Tu conhece o Barea de onde? Perguntei.

- Conheço ele das bandas que ele toca. Na verdade nunca falei com ele, mas fiquei sabendo que ele viajou com uma turma...Red Riders...

Nada como ter um camarada famoso na turma.

Valeu a banda, dia de muito sol, rolando um friozinho, na minha opinião perfeito para andar. E pra completar, nada com uma tainha recém pescada no rio Tramandaí. E uma cervejinha (pssssst).